Espaço DOCAS...um Espaço Polivalente!

O Espaço DOCAS, Artes & Etc...pretende ser um ponto de divulgação das mais variadas disciplinas artísticas como a Pintura, a Fotografia, a Literatura ou o Artesanato.

O Espaço DOCAS, situado em plena Doca de Santo Amaro, no Armazém 10, desenvolverá acções junto às Escolas envolventes, através de workshops temáticos, efectuará lançamentos de Novos Livros, criará zonas específicas para grupos etários diversificados, enfim, será um polo de atracção de públicos muito variados e foco de dinamização de toda zona circundante.

E aqui no blog Espaço DOCAS daremos a conhecer essas iniciativas, receberemos as vossas sugestões e críticas de modo a que este projecto, que tem tudo para resultar, seja o mais interessante e enriquecedor possível.

...Entre à vontade, o ESPAÇO é seu !!!!

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sexta-feira, 22 de outubro de 2010

PHOTOMATON - Uma Exposição de retratos "à la minute"...

Tendo como tema geral o retratar das mais convencionais situações,
como a foto de casamento, de grupo ou de família,
e de outras nem tanto, como a foto de cadastro ou o ménage à trois,
esta exposição, com o título genérico de PHOTOMATON
tem a particularidade de ser a primeira individual
do seu autor, João Viegas.


Tendo estado aberta ao público, que afluiu em número elevado, durante cerca de um mês, encerra no dia 24 de Outubro para dar lugar a outros eventos que, como é habitual no Espaço Docas, ilustram outras tendências plásticas, outros temas e outros objectivos.





terça-feira, 20 de julho de 2010

O que não pode ser dito... - Exposição de Pintura

Três Mulheres, três Amigas, três Pintoras...será a ordem dos factores arbitária?
Três formas de estar na Vida, três personalidades totalmente distintas, três leituras do que é a Pintura, nas suas inúmeras formas, nas múltiplas facetas que esta pode adoptar.
O que não pode ser dito...mas pode ser visto, pode ser sentido e apreciado.
Três interpretações plásticas com técnicas, paleta de cores e intenções diversificadas mas com um objectivo comum - o diálogo com o visitante que, com maior ou menor atenção e interesse, olha as telas, absorve as texturas, se deixa invadir afinal pelo ritmo cromático de cada trabalho.
O que não pode ser dito... - Conversa em muitos tons e várias sensibilidades.

Exposição de Pintura de Sofia Ottone, Margarida Parente e Odete Silva ( seguindo a ordem dos quadros da esquerda para a direita)
Todos os dias das 12h até às 24h, até 5 de Setembro de 2010.

O Galo de Barcelos nas Docas de Lisboa

O Galo de Barcelos um dos símbolos máximos da iconografia
nacional, desde sempre presente no Espaço Docas, assumiu agora
um maior protagonismo e apresenta-se à entrada do mesmo
com toda a imponência dos seus 2 metros de altura.
Quem adorou a ideia foram os turistas de dezenas de países, presença constante nas Docas, que o adoptaram como companhia preferida para as centenas de fotos que tiram, tendo como fundo a Ponte 25 de Abril.
Também a fachada do Espaço adoptou um visual mais Pop com uma montagem em que o nosso galarote, sempre ele, é de novo a vedeta numa alegre combinação de cores limitada por uma 'Calçadão' carioca, embora feito de pedra portuguesa a mostrar a ambição cosmopolita deste Espaço.

Cerâmica de Janeiro

Luís Janeiro, oriundo de uma família de oleiros, é ceramista
em São Pedro do Corval, em pleno Alentejo.
Jovem e criativo, introduziu, nas formas tradicionais
que tornaram popular a sua terra natal, um grafismo
e colorido mais modernos, como podemos apreciar nesta linha

- Riscas, de seu nome.

Trabalhadores Algarvios

Bonecos de pano representando diversas actividades tradicionais algarvias, algumas delas já caídas em desuso, são o trabalho diário da octogenária Filipa Faísca, habitante de Querança, pequena localidade a poucos quilómetros de Loulé, no Algarve.

Foi aqui que o Espaço Docas, sempre em busca da originalidade
e qualidade de muitos dos objectos tradicionais portugueses
que, aos poucos, têm desaparecido, encontrou esta
" apanhadeira de alfarroba", o "descascador de cortiça",
a "dona de casa", entre outros bonecos com grande nível de perfeição.

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Andreia Ventura da APL - Administração do Porto de Lisboa

Andreia Ventura de Brito Bogas é natural de Évora, casada e com dois filhos de 7 e 4 anos respectivamente.
Licenciada em Direito pela Universidade Católica Portuguesa e com Pós-graduações em Ciências Jurídico-Administrativas e Direito do Arrendamento Urbano na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa é há cerca de um ano membro do Conselho de Administração do Porto de Lisboa, depois de ter pertencido ao Conselho Directivo do Instituto Portuário e do Transporte Marítimo e ter sido adjunta da Secretária de Estado dos Transportes.
Quando o Espaço Docas, Artes e Etc mostrou desejo de lhe fazer uma pequena entrevista, Andreia Ventura, com a simpatia e espontaneidade que lhe são naturais disponibilizou-se de imediato e aqui deixamos o resultado.

Espaço Docas - Esteve presente na inauguração do Espaço Docas. Qual foi a sua impressão inicial do Espaço e do conceito subjacente?
Andreia Ventura - O Espaço Docas revelou-se, para mim, uma surpresa muito interessante, pela diversidade cultural que reúne num único espaço, sem que cada uma das diferentes vertentes perca a sua identidade.
O espaço é um local de cultura que, em meu entender, faltava na zona das denominadas «Docas», permitindo, assim, um apelo a outro tipo de público.

ED - Quais são as suas expectativas em relação ao dinamismo e mais valias que este Espaço possa trazer à zona envolvente onde se insere?
AV -As minhas expectativas relativamente ao espaço são elevadas, mas os responsáveis pela dinamização do mesmo assim me habituaram. Na verdade, a forma como o Espaço Docas abriu onera a Associação das Docas de Santo Amaro e o Director Criativo do espaço, João Viegas, relativamente ao futuro. Espero cultura, com diversidade e abordagens variadas. Este espaço permite e continuará a permitir uma complementaridade aos restantes espaços das Docas, até, então, inexistente, assegurando que as Docas de Santo Amaro se tornem cada vez mais um espaço a frequentar.

ED - Que outras vertentes culturais e lúdicas gostaria de ver contempladas?
AV -As vertentes que gostaria de ver ou continuar a ver contempladas são: a exposição de pintura e fotografia, o artesanato, a leitura (através de espaço de venda, de apresentação de novos livros e de sessões de autógrafos com autores portugueses) e, também, a realização de pequenos espectáculos, por exemplo, de fado.

ED - Como palavras finais, quais os seus votos para este novo Espaço que agora inicia a sua actividade?
AV -Os meus votos para o Espaço Docas são os de vento de feição e mar calmo. Desejo o maior sucesso a este projecto e agradeço ao seu Director Criativo ter acreditado e investido neste projecto. Agradeço, também, à Direcção da Associação das Docas de Santo Amaro, que com o seu empreendorismo continua a desafiar o Porto de Lisboa para novos e melhores projectos.
...Pelo nosso lado, obrigado!!!


sexta-feira, 4 de junho de 2010

"Mãos que fizeram a obra" de Ana Baião vão estar nas Docas

O Espaço Docas, Artes e Etc...orgulha-se de poder anunciar a Exposição "Mãos que fizeram a obra" com fotografias de Ana Baião, publicadas anteriormente no semanário Expresso, jornal de referência onde esta fotógrafa trabalha.
Este conjunto de trabalhos recebeu um Prémio da Society for News Design Annual Creative Competition.
A inauguração da Exposição será no dia 25 de Junho, sexta feira, em horário a informar oportunamente.

Ana Baião nasceu em Junho de 1968 · Frequentou diversos cursos de Fotografia, Cenografia e Produção e Gestão de Espectáculos · Foi repórter fotográfico do jornal "O Século" e das revistas "Século Ilustrado", "Século Universal" e "Vida Mundial", do jornal " Diário de Notícias " e do jornal " O Independente ", exercendo actualmente essas funções no jornal " Expresso” · Foi membro convidado do Júri da I Maratona Fotográfica de Lisboa e repórter fotográfico da Câmara Municipal de Lisboa entre 1990 e 1993 · Participou nos primeiros Encontros de Fotografia de Almada e realizou diversas exposições individuais desde 1991: "A Mulher Cigana", Teatro de Carnide, Maio de 1991 e Mercado da Encarnação, Março de 1991; "Nús de Mulheres”, Casa da Juventude da Câmara Municipal de Almada, Maio de 1991; "Fotografias e Teatro", Escola Superior de Belas Artes de Lisboa, Fevereiro de 1992; "Erótica", galeria da Faculdade de Letras de Lisboa, Junho de 1993 e “ Timor”, nas comemorações do Dia da Independência de Timor no estádio 1º de Maio em Lisboa, Maio de 2002; “Shatila”, restaurante Ponto Final, Junho de 2004; “ Follow the Women”, Centro Nacional de Cultura, Junho de 2004, “Rostos”, Bar Oceano, Zambujeira do Mar, Julho/Setembro de 2008 · Participou em várias exposições colectivas como "Vamos Tomar-lhe o gosto", Tomar, Dezembro de 1989 e "Eles Vivem", com alunos da Escola de Campolide (jovens em risco de marginalidade que frequentam ateliers de ocupação de tempos livres), Maio de 1995 · No final de 2001 participou numa exposição colectiva organizada pelos Médicos do Mundo, FNAC, no Centro Colombo.
Menção Honrosa no 4º Prémio Visão de Fotojornalismo, na categoria de vida quotidiana, em 2004.
Medalha de ouro instituída pela Assembleia da Republica no 50º aniversário da Declaração Universal dos Direitos do Homem, e atribuída em 10 de Dezembro de 2004, Dia Nacional dos Direitos Humanos, pela reportagem sobre pessoas portadoras de Trissomia 21, publicada na revista Única em 15 de Maio de 2004.